História 

 

Existe no Brasil desde a década de 1930, quando as áreas de medicina, educação e psicologia se expandiam, preocupando-se com a profilaxia, e com a correlação dos erros de linguagem apresentados pelos escolares.  Nas décadas de 40, 50 e 60, várias instituições, a maioria de caráter educacional, possuíam serviços de reeducação de linguagem, como por exemplo, o instituto Domingos Sávio, destinado ao trabalho educacional com crianças surdas, e as escolas especiais da Associação de Pais e Amigos do Excepcional – APAE, Instituto Pestallozzi, nessa época as denominações, realfabetizadores, reeducadores de linguagem. Mas, só foi sistematizada academicamente na década de 60, a partir dos cursos ministrados pela PUC e pela USP. Naquela época, os profissionais que atendiam basicamente pessoas com alteração de fala e linguagem, eram chamados de terapeutas das palavras, logopedistas e ortofonistas A denominação Fonoaudiólogo viria a ser utilizada na proximidade da implantação do curso de Fonoaudiologia. Nos anos 60 as escolas começaram a absorver, profissionais da área de Fonoaudiologia  e surgiram os cursos de especialização para atender excepcionais e deficientes auditivo.

A partir de 1970, o trabalho do Fonoaudiólogo no Brasil passou-se a integrar às escolas, ocorrendo a produção de um novo conhecimento para a profissão e um avanço da Fonoaudiologia em nosso país. Por força da Lei de nº 6.965, de 09 de dezembro de 1981, a profissão de fonoaudiólogo foi regulamentada e reconhecida em todo o território nacional. Por essa razão, o dia 09 de dezembro foi instituído o "Dia do Fonoaudiólogo".

 

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